quinta-feira, 20 de novembro de 2008

o meu amigo voltou

o meu amigo voltou. quando o vi dei-lhe um abraço. aquele abraço, como é costume dizer. foi bom. já fiz umas ondas com ele. estava de saída do mar e da praia. vi alguém. na areia. junto ao mar. a olhar para mim. inicialmente não reconheci mas algo me disse que era ele. aproximei-me e era. mesmo estando eu enregelado pela água fria desse dia. depois daquele abraço. voltei para o mar com ele. porquê? não sei. não pensei. nem quero saber. foi o que me apeteceu no momento. estou mais feliz. o meu amigo voltou.

sábado, 8 de novembro de 2008

amo-te muitíssimo

a minha amada. a minha dama. a pessoa que me faz querer ser melhor. com ela já vivi momentos inesquecíveis, que independentemente do que acontecer sempre ficarão cinzelados na minha memória. já não me vem muito à memória a minha vida sem a sua presença. no entanto sempre me libertou para a minha individualidade. de tudo o que passamos sempre brotaram rebentos para aprendermos a melhorar a nossa relação e a nós próprios. para crescermos. é nas suas infinititudes que eu me perco e quero perder. são elas que me fizeram e fazem ver o mundo com um olhar mais amplo e mente mais aberta. amo-te muitíssimo.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

no domingo

no domingo fiz uma das melhores surfadas da minha vida. apanhei grandes ondas rodeado por amigos e colegas de surf com espírito de surf. espírito de surf? sim. ficamos contentes uns pelas ondas dos outros. não andamos a tentar fazer mais ondas que os outros. não dropinamos de propósito. não sofremos de localismo nervoso. sim. vamos para o mar para nos divertirmos e para absorver a energia que ele nos dá. no domingo fiz uma das melhores surfadas da minha vida. apanhei várias ondas boas. houve no entanto uma que no fim só me apetecia gritar. e gritei. gritei de alegria, felicidade, prazer, satisfação...e mais adjectivos que se possam encontrar para descrever aquela sensação que não pode ser descrita. gritei e os meus amigos e colegas de surf riram-se, gritaram "alta onda" e puseram os polegares no ar com um sorriso sincero na face. sim. porque não sofremos de localismo nervoso. também eu gritei por ondas que não dropei. que foram bem surfadas por outros. o meu sorriso originário dessa surfada ainda se mantém. associa-se a uma sensação de felicidade que se nota e contagia outros. no domingo fiz uma das melhores surfadas da minha vida.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

mar

mar. como é que se consegue viver longe? não sei. eu não consigo. "eu nunca vou deixar de surfar" disse eu muito convicto à minha amada. foi ela que me chamou atenção para a convicção com que eu proferi estas palavras. parece que sairam cá do fundo. é daqueles sentimentos que está tão enraizado que eu não sei que sei.

first time

aqui estou pela primeira vez no meu blog. não sei como vai ser. nunca fiz isto. será que vai custar ou doer? não sei. acho que é sempre assim quando algo se faz pela first time, ou não é? para mim é. sempre dúvidas (não necesáriamente as colocadas anteriormente). mas aqui vou eu. ainda que tenha dúvidas e receios não costumo hesitar. mando-me e aprendo. se errar? se errar lembro-me do que dizia jorge araújo "errar é preciso".